Aqui você encontrará textos sobre psicanálise, literatura e meus escritos literários.

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Autobiografia Inventada


Nasci em Sorriso, interior de Mato Grosso, em setembro de 1984, mas fui criada em Cuiabá. Adotei Campo Grande/MS aos 17 anos, quando vim cursar psicologia na UFMS. Nasci novamente aqui, com direito a RG e tudo. 
Minha mãe é professora de História e meu pai, vendedor (já vendeu de tudo um pouco, inclusive livros). Por muitos anos fiz papel de pronome de ligação entre eles. Tenho uma irmã mais velha que mora longe, mas somos unidas pelo umbigo das lembranças, ela sempre foi minha cúmplice na subversão da língua e no assassinato da morfologia e da sintaxe. Sou casada com um engenheiro, que é o designer do meu blog.
Sou graduada em Psicologia desde 2007 pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e mestre em Psicologia pela mesma universidade. Atuo como psicóloga clínica.
Sou psicanalista, membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano. Pós-graduada em Direitos Humanos  pela Universidade Federal da Grande Dourados.

Me considero uma despensadora da ciência, pois foi no encontro com ela que percebi que amava era a literatura. Portanto, sou costuradora de palavras por opção e esta costuradora nasceu aos 27 anos, após uma tragédia familiar. Desde então comecei a escrever e não parei mais, decidi criar este blog. Depois disso veio a publicação do livro de contos e crônicas "Costurando Palavras", em 2012. 
Em 2014 veio a publicação de Em defesa dos avessos humanos: crônicas psicanaliterárias. 



Em 2017 veio a publicação de Nau dos Amoucos, um romance escrito entre o final de 2014 e início de 2015. 



Tomarei a liberdade de parafrasear Tchekhov: Sou casada com a Psicanálise, mas a literatura é minha amante.
Sejam bem-vindos!

8 comentários:

  1. Oi Islo, fico feliz por saber que apesar da distância, temos realmente muito em comum.

    Fico também feliz com seu sucesso e desejo a você tudo de bom naquilo que se propõe a fazer.

    Um grande beijo e abraço bem apertado, da Mana.

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  2. Nenhum outro texto poderia lhe descrever melhor... beijos carinhosos...
    E, como já disse antes em um e-mail, não sei qual tragédia foi essa que lhe causou tanto impacto - afinal, você nasceu dela! - mas, sinto-a pulsando em meu coração sempre que leio seus textos.

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    1. Lú, acredito que muitas vezes a arte nasce da dor, uma dor que não mata, mas que exige reinvenção.

      Beijo grande!

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  3. Respostas
    1. eu tambem vou tirar um 10 em artes

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