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quinta-feira, 30 de março de 2017

Às cinco horas da manhã

São cinco horas da manhã e o sono me perdeu. Isso mesmo, foi ele que me perdeu. Dificilmente eu o perderia às cinco, já que mesmo quando me acontece de ter insônia, este é um horário em que o corpo já parou de se debater e está entregue, vencido. Mas eu preciso escrever e não tenho outro tempo. As pessoas me perguntam: por que não escreve mais? Então decidi que vou levantar todos os dias nesse mesmo horário para escrever, durante uma hora, até que eu tenha que acordar de verdade e me preparar para o trabalho. Como não me sobra tempo pra muita coisa, eu poderia usar esta uma hora para várias outras atividades.

domingo, 26 de março de 2017

Em cinco anos


O que se faz em cinco anos?
Em cinco anos se faz uma faculdade (foi o tempo do meu curso de Psicologia).
Há cinco anos a vida deu uma reviravolta desde que tomei um soco no estômago com a morte do meu primo. Morte que me fez repensar meus próprios julgamentos sobre o suicídio, sobre a autonomia do sujeito em poder e querer viver.
Há cinco anos, desde o soco no estômago, descobri que tudo o que eu quero é viver. Loucamente. Não viver loucamente. Mas loucamente, viver. É da ordem do desejo, do querer, inconsciente e consciente.